Era uma vez um cara que quis virar político [não, ele não queria ajudar o país]. Entrou por hipocrisia mesmo, queria experimentar o poder. Fez campanha na TV e no rádio, distribuiu mentiras e fez falsas promessas.
Na favela beijou bebês e doou cestas básicas. No congresso debochou da ingenuidade do povo e vendeu seu voto secreto. Burlou, roubou e extorquiu e foi dissimuladamente arquivado.
No senado admitiu, viajou e arquitetou com seus familiares. Construir empresas fantasmas e contratar laranjas fazia parte de sua rotina.
Comissões, subornos e salários de pessoas inexistentes aumentavam o seu patrimônio, que não estava só no Brasil.
Ele poderia simplesmente ter feito seu trabalho, mas resolveu aderir à moda da corrupção. Não, isso não é um caso isolado, não é um "faz de conta" e muito menos tem final feliz.
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