Uma simples falta. Uma falta simples, repentina e inexplicável se fez presente. Arrisco-me até a chamá-la de saudade, aquela velha saudade do que nunca se viveu.
Às vezes chego a me assustar com o quão linda é essa projeção criada por minha mente, projeção confortadora, mas confesso que atribuir qualidades a outros indivíduos não é muito saudável, projeções e ilusões são vícios que devo largar.
A tal ilusão é vasta, mas sua base se concentra na verdade, no real, no sólido. Sempre se sabe onde tudo começou, caso contrário, estaríamos todos sonhando. Patético, mas neste caso, o ponto de partida foram os olhos. Seus olhos que sorriem como os daqueles que tem muitos anos. Franzidos e estranhamente encantadores.
Uma simples falta. Uma simples e estranha falta se fazia presente.
"[...] E te amo como se ama um passarinho morto".
Às vezes chego a me assustar com o quão linda é essa projeção criada por minha mente, projeção confortadora, mas confesso que atribuir qualidades a outros indivíduos não é muito saudável, projeções e ilusões são vícios que devo largar.
A tal ilusão é vasta, mas sua base se concentra na verdade, no real, no sólido. Sempre se sabe onde tudo começou, caso contrário, estaríamos todos sonhando. Patético, mas neste caso, o ponto de partida foram os olhos. Seus olhos que sorriem como os daqueles que tem muitos anos. Franzidos e estranhamente encantadores.
Uma simples falta. Uma simples e estranha falta se fazia presente.
"[...] E te amo como se ama um passarinho morto".
Manuel Bandeira
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