O sol se põe, os olhos se abrem
e mais um dia começa
o tempo não espera
pé esquerdo no chão,
supertição não interessa
Perdeu o ônibus,
sujou a roupa
e seus amigos não estavam lá
tropeçou em ironias
escorregou em justificativas
e quase caiu em suas próprias suposições
Sentia-se mal
Contratempos alheios
ofuscaram seus anseios
Tinha uma pedra no meio do caminho
E ele não podia pulá-la
ela era invisível, atrapalhava em silêncio
Ele não podia pulá-la
Não hoje
E que os vendedores de falsas possibilidades saibam: a sombra da noite invade o dia de muita gente cotidianamente...
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